domingo, 30 de agosto de 2009

Pesadelos.

Faz duas semanas, que meu sono se tornou bem constrangedor. Pesadelos ininterruptos.

Resolvi até transcrever alguns.

Obs.: Nomes ficticios, não quero que ninguém saiba que andou pernoitando pelas minhas noites sombrias. :p

21/08/09

Estou numa banheira, água extremamente gelada e roxa. O corpo treme constantemente, e sinto a cabeça bem pesada.

Veronica aparece e começa a chorar. Depois, Carlos entra no banheiro e diz algo que não consigo entender. Enfim, alguém que não conheço surge ao lado da banheira, e joga fios eletricos. Sinto a eletricidade derretendo a minha pele, e acordo.

22/08/09

Estou numa festa, com pessoas que desconheço. O lugar vai se tornando cada vez menor, menor, menor. E todos se desesperam, segurando as paredes para não morrerem esmagadas. Eu não faço nada, e não sinto nenhum sintoma claustofóbico. Só observo o desespero que tomou conta do ambiente, e as pessoas suadas, grudadas uma na outra. Do nada, não estou mais lá, e sim, caindo de um precipicio. Acordo.

17/08/09

Veronica está morta. Carlos a matou. 

16/08/09

Estou vomitando sangue. Desesperado. Dentro de um carro, ao lado de Andréia, Veronica e Lucas.

Eles estão me levando para um hospital, hospital do cancêr da cidade de [?]. 

28/08/09

Eu sou a morte. E todos perto de mim, estão morrendo, morrendo, morrendo, morrendo, morrendo, morrendo...

29/08/09

Estou morto, completamente morto.

Andrei me matou, não sei como. Havia encontrado ela enquanto caminhava, ela estava chorando, não queria me dizer o porque. Até que, quando a levei para a praia. Ela disse que eu era o motivo de sua tristeza. Tudo ficou estranho, e ela me matou. 

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